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segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Como um segundo idioma pode aprimorar seu cérebro**

O bilinguismo traz benefícios às crianças aprendendo a falar - e aos adultos conforme envelhecem

Por Ramin Skibba*

Mesmo quando você é fluente em dois idiomas, é complicado alternar de um para outro de forma natural. É normal errar a conjugação de um verbo em espanhol, usar a preposição errada em inglês, ou se perder no meio de uma frase em alemão. Então - dominar uma segunda língua afia a nossa habilidade de multitasking, ou só nos deixa confusos?

Esse tem sido um debate entre linguistas e psicólogos desde os anos 1920, quando muitos especialistas achavam que crianças bilíngues estavam fadadas a sofrer problemas cognitivos conforme cresciam. Mas a ciência avançou. No Annual Review of Linguistics, o pscolinguista Mark Antoniou da Western Sidney University, na Austrália, mostra como o bilinguismo - como ele define, usar pelo menos dois idiomas no seu dia a dia - pode beneficiar nossos cérebros, especialmente conforme envelhecemos. Ele discute a melhor forma de ensinar línguas para crianças e oferece evidências de que o uso regular de várias línguas pode ajudar a retardar o desenvolvimento do mal de Alzheimer. Essa conversa foi editada para fins de duração e clareza.

Quais são os benefícios do bilinguismo?

Estou interessado na interação entre o processo de aprendizagem de línguas e a cognição - os processos mentais do cérebro. Os benefícios cognitivos do bilinguismo podem começar em experiências desde a primeira infância e perdurar por toda a vida.  

A primeira vantagem envolve o que chamamos de função executiva. São habilidades que nos permitem controlar, dirigir e gerenciar nossa atenção, assim como nossa habilidade de planejar. Ela também nos ajuda a ignorar informações irrelevantes e focar no que é importante. Porque uma pessoa bilíngue tem o domínio de dois idiomas, e as línguas são ativadas automatica e subconscientemente, ela está constantemente gerenciando a interferência das línguas para não dizer a palavra errada no idioma errado na hora errada.

As áreas do cérebro responsáveis por isso também são usadas quando tentamos completar uma tarefa em meio a distrações. A tarefa não precisa estar relacionada à língua; pode ser tentar ouvir algo em um ambiente barulhento or alguma tarefa visual. O músculo da memória desenvolvido pelo uso de duas línguas também pode servir a diferentes habilidades.

Onde esses benefícios aparecem no cérebro?

Funções executivas são as mais complexas do cérebro - a mais "humanas" das funções, que nos separam dos macacos e de outros animais. Elas são frequentemente observadas nas partes mais novas do cérebro, em termos evolucionários: o cortéx pré-frontal, que é responsável por processamento avançado; o giro supramarginal bilateral, que atua na relação entre palavras e significados; e o cingulado anterior. Estudos mostram que a experiência bilíngue altera a estrutura dessas áreas.

Antes de tudo, vemos aumento no volume de massa cinzenta. O cérebro é feito de células chamadas neurônios, e cada neurônio tem um corpo celular e pequenos braços chamados dendritos. Massa cinzenta é a quantidade de corpos celulares e dendritos que o cérebro possui. A experiência bilígnue deixa a massa cinzenta mais densa, então você tem mais células. Isso é um indício de um cérebro mais saudável.

O bilinguismo também afeta a massa branca, uma substância gordurosa que cobre os axônios, que são as principais projeções dos neurônios para se conectarem uns aos outros. A massa branca permite que as mensagens viajem rapida e eficientemente pela rede nervosa e para o cérebro. O bilinguismo preserva a integridade da massa branca conforme envelhecemos. Isso nos permite utilizar mais neurônios, e reforça e mantém as conexões entre eles para que a comunicação seja otimizada.

Ensinar dois idiomas pode atrasar ou confundir a compreensão das crianças?

Esses mitos sobre o bilinguismo vêm de estudos nos EUA e no Reino Unido durante a Primeira e Segunda Guerras Mundiais. São estudos seriamente falhos envolvendo crianças de países arrasados pela guerra: refugiados, órfãos e, em alguns casos, até mesmo crianças em campos de concentração. Sua educação foi fragmentada por anos. Eles podem ter sofrido traumas, e então participaram desses estudos com testes medindo sua habilidade línguística verbal.

Não é de se surpreender que fossem mal nos testes. Os pesquisadores atribuíam as notas baixas ao estresse pós-traumático? Eles provavelmente nem sabiam o que era isso. Não, em vez disso eles atribuíam ao bilinguismo das crianças.

Somente nos anos 1960, quando um importante estudo foi publicado por Elizabeth Peal e Wallace Lambert na McGill University em Montreal, a perspectiva começou a mudar. As descobertas deles mostraram não só que crianças bilíngues não tinham atraso cognitivo ou retardamento mental, como que o bilinguismo lhes dava algumas vantagens cognitivas.

Além da função executiva, indivíduos bilíngues mostram mais consciência metalinguística, isto é, a habilidade de pensar sobre a língua em unidades e associações abstratas. Um bom exemplo é a letra H, que é associada ao som "he" em inglês, com "n" como em nickel em russo, e com o som vocálico "e" em grego. Não há nada de especial na letra H que faça com que ela tenha o som "he"; uma pessoa bilíngue entende isso mais facilmente do que um monolíngue.

As descobertas originais sobre as vantagens do bilinguismo para a função executiva em 1960 atraíram o interesse da mídia. Talvez as vantagens tenham sido infladas ou mal-interpretadas. Nem toda pessoa bilíngue terá um cérebro mais saudável que uma pessoa monolíngue. Estamos falando de tendências gerais em nível populacional.

Vemos evidência de vantagens bilíngues em crianças, mas não é sempre. E conforme avançamos para jovens adultos, digamos, na casa dos 20, essas vantagens são mais difíceis de detectar. Isso faz sentido em termos de maturação cerebral: quando somos crianças, nosso cérebro ainda está se desenvolvendo, mas quando alcançamos a maioridade, nosso cérebro está no seu pico, então o bilinguismo não faz tanta diferença.

Aprender um idiomas na infância é diferente de aprender mais tarde, certo?

Depende. Por um longo tempo, pensou-se que o único jeito de realmente aprender uma língua era fazê-lo cedo. Pensava-se que após a adolescência, não se podia aprender uma língua perfeitamente. Sempre haveria um sotoque. Mas agora sabemos que isso não é verdade, porque existem muitas pessoas que aprendem um idioma quando adultos, e aprendem muito bem. Então isso nos levou a reexaminar o que é diferente na aprendizagem durante a infância.

O cérebro é mais receptivo e mais flexível - o que chamamos de mais "plástico" - quando se é criança, e depois se torna mais rígido e fixo? Ou as condições de ensino de línguas são diferentes quando se é criança, em termos de quantidade de informação que recebemos, quão mais pacientes são conosco e quanto encorajamento recebemos? Um adulto trabalhando em dois empregos e indo a aulas de línguas às 7 da noite tem uma assimilação diferente de uma criança recebendo informação contantemente de sua mãe, avó, pai ou cuidador.

No final, a diferença no aprendizado de línguas entre crianças e adultos é provavelmente uma combinação dos dois: plasticidade e condições. Também existem diferenças individuais. Se colocarmos duas pessoas diferentes na mesma situação, algumas pessoas vão se dar bem e outras vão penar.

Um cérebro bilíngue envelhece de forma diferente de um monolíngue?

Sabemos através de estudos que a partir dos 25 anos o cérebro começa a declinar, em termos de memória ativa, eficiência, velocidade processamento, essas coisas. Conforme envelhecemos, esses declínios vão se acentuando. O argumento é que conforme envelhecemos, o bilinguismo freia e torna esse declínio menos acentuado. A vantagem do bilinguismo fica mais evidente em adultos mais velhos. (A segunda maior evidência vem das crianças.)

Quando olhamos indivíduos bilíngues que sofreram neurodegeneração, seus cérebros parecem danificados. Pelas suas ressonâncias, poderíamos pensar que essas pessoas seriam muito esquecidas, ou que não estariam se dando tão bem como estão. Mas não é o que vemos. Um cérebro bilíngue pode compensar a deterioração cerebral usando redes cerebrais e conexões alternativas quando os caminhos originais foram destruídos. Pesquisadores chamam essa teoria de "compensação cognitiva" e concluem que isso acontece porque o bilinguismo promove a saúde das massas cinzenta e branca.

Aprender um idiomas mais tarde pode prevenir o Alzheimer?

Essa é uma hipótese. Estamos fazendo estudos em que ensinamos um idioma para pessoas a partir de 65 anos com o bjetivo de promover a função cerebral, mesmo neste ponto da vida. O que estamos testando é: Podemos ajudar os mais velhos usando a aprendizagem de línguas? Isso traz algum benefício em termos de "use ou perca" para a saúde cerebral?

Os sinais iniciais são encorajadores. Os dados preliminares são positivos. Parece que aprender um idioma mais tarde pode trazer bons resultados cognitivos.

Porque a aprendizagem e o uso de línguas é complexo - talvez o comportamento mais complexo em seres humanos -, ele envolve muitos níveis. Há sons, sílabas, palavras, gramática. frases, sintaxe. É muita coisa ao mesmo tempo; é realmente um treino para uma vasta rede cerebral. E essas áreas do cérebro se sobrepõem àquelas em que o cérebro envelhecido mostra declínio ou alguma doença patológica neurológica. Assim, advocamos que aprender uma segunda língua seria uma atividade otimizadora para promover o envelhecimento saudável.

Mas não há estudos suficientes para afirmar isso de forma definitiva. E não temos nenhum detalhe. Quanta experiência linguística é necessária? A língua que se aprende importa? É necessário atingir um nível específico de proficiência? Não temos respostas para essas perguntas.

Meu conselho é ser incentivador e paciente. Crianças bilíngues têm uma tarefa mais difícil do que aqueles aprendendo uma única língua. Elas estão aprendendo dois grupos de vocabulário e sons. Pode ser desafiador para aqueles de nós vivendo em um país com uma língua dominante estabelecer um propósito funcional para o segundo idioma. Uma criança precisa sentir que a língua é prática e tem um uso. Avós são ótimos para isso, assim como viver em uma comunidade onde há eventos culturais ou escolas em que as crianças possam estar imersas no segundo idioma.

Outra preocupação dos pais é que as crianças possam misturar as duas línguas. Não se preocupe com o que chamamos de "mistura de códigos". É perfeitamente natural durante o desenvolvimento bílíngue. Eles não estão confusos. Misturar os idiomas é tido como um sinal de competência ou proficiência bilíngue.

Quais outras pesquisas você está fazendo nessa área?

Estou interessado em entender porque algumas vezes vemos um efeito bilíngue, e em outras não. Em um artigo, eu propus que o pareamento dos idiomas importa. Se falamos duas línguas distantes, como mandarim e inglês, isso resultaria nas mesmas alterações cerebrais que falar dois idiomas próximos, como alemão e inglês?

Talvez se as línguas forem próximas, elas estejam competindo mais e seja mais difícil separá-las, para evitar usar a palavra errada na hora errada. Talvez se elas forem mais distantes, não podemos nos valer do conhecimento prévio da primeira para aprender a segunda. Nesse caso, estaríamos começando do zero com a segunda língua, e isso requer mais esforço nos estágios iniciais. Mas uma vez que tenhamos aprendido os dois idiomas, talvez haja menos competição.


*Ramin Skibba é um astrofísico que se tornou escritor e jornalista em San Diego.

**Traduzido e adaptado de How a second language can boost the brain, por Ramin Skibba. Publicado na Knowable Magazine, 29/11/2018.

quarta-feira, 19 de maio de 2021

Quick Breaks: mantendo a atenção das crianças



Por mais divertidas que sejam as aulas do Método Callan, manter a atenção e a disposição dos pequenos por 50 minutos ou mais é sempre um desafio.

Por isso, cada estágio do Callan for Kids inclui várias atividades além do esquema de perguntas e respostas, ditados e leituras do Método. Essas atividades deixam a aula mais dinâmica e revisam sistematicamente o conteúdo que os alunos estão vendo no curso.

Além disso, muitos professores sentem que as crianças precisam de "pausas" adicionais durante as aulas, já que elas tendem a perder a concentração mais rápido do que os adultos. 

Para isso, os professores contam com o Quick Breaks, um catálogo de atividades curtas para serem realizadas durante a aula, além das atividades nos livros do Callan for Kids. Nele, as atividades são descritas com a indicação de nível de inglês e todos os preparativos necessários para a sua realização. As Quick Breaks incluem:

  • What can you do with…? 
  • Musical chairs
  • My turn!
  • One foot in front
  • What’s in Mrs Best’s bag?
  • Zoo!


As Quick Breaks são exatamente isso - pausas rápidas. Elas não fazem parte do currículo do Callan for Kids, ou seja, elas não trabalham diretamente a língua que já foi vista durante o curso. Seu objetivo é permitir que as crianças "respirem" por alguns minutos, e são usadas como opção para quando elas começam a dispersar sua atenção.

Todas as atividades são divertidas e podem ser adaptadas a diferentes assuntos dependendo do que os alunos estão aprendendo naquele momento no curso.

Ainda tem dúvidas de que seu filho ou filha vai adorar aprender inglês com o Callan for Kids? Agende uma aula teste hoje mesmo e comprove!


Traduzido e adaptado de: https://callan.co.uk/2019/01/12/ideas-for-quick-breaks-for-kids/

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

10 razões para escolher o Método Callan



Procurando um método para aprender inglês de forma rápida, dinâmica e divertida? Já ouviu falar do Método Callan, mas não tem certeza se é a melhor opção pra você? Listamos 10 razões por que você deve escolher o Método Callan:

1. Funciona para todos os níveis! O Método Callan é uma forma altamente eficaz e eficiente de se aprender uma língua estrangeira – você aprende fácil e rapidamente, sendo você um completo iniciante, estudante intermediário ou avançado. 

2. É divertido e fácil. As aulas são rápidas e dinâmicas – onde os alunos estão sempre envolvidos. E a estrutura de um curso do método Callan é simples e clara – apenas traga seu livro para a aula. O método cuida de tudo. 

3. Ouvir e falar são as prioridades. No Método Callan você não perde nenhum minuto. Está constantemente ouvindo e falando, o que lhe dá a confiança necessária para que você use o inglês em qualquer situação. 

4. Você desfrutará de apoio constante de seu professor. Seu professor sempre te apoia quando você fala e corrige seus erros de forma rápida e simples, sem complicação! 

5. Você aprende dando um passo de cada vez. Você pratica cada nova palavra, expressão ou tópico gramatical com base no conhecimento que já possui. Isso faz com que as aulas sejam sempre manejáveis – nunca demais! 

6. Você sempre terá revisões. Você aprende matéria nova a cada aula, mas o Método Callan também assegura que você pratique novamente tudo o que foi aprendido, sistematicamente, para que você realmente se lembre do que aprendeu. 

7. Somente inglês é utilizado durante a aula. Isso significa que você estará imerso o tempo todo na língua que deseja aprender. 

8. Você escuta a língua sendo falada de forma natural. Nossos professores falam rapidamente, assim como os nativos em seu cotidiano. Isso significa que você aprende a entender sem traduzir e consegue lidar com as situações que podem surgir em qualquer lugar – não somente na aula! 

9. Você aprende a gramática na prática. Seu professor lhe explica os tópicos gramaticais através de regras claras e com bons exemplos. Então você fala, imediatamente praticando o que aprende. 

10. Você pode praticar onde quer que esteja. Sendo aluno de uma escola credenciada pelo Método Callan, você pode utilizar a plataforma online exclusiva chamada de CSPA – Callan Student Practice Area – a qualquer momento. 



PLATAFORMA ONLINE  

Estudar em uma escola credenciada pelo Método Callan lhe dá acesso à plataforma interativa CSPA - Callan Student Practice Area, que pode ser acessada de seu computador, tablet ou celular, para que seja possível que você continue a aprender onde você quiser. Você pode: 

  • ouvir às questões e respondê-las, gravar respostas e então compará-las com as gravações de pessoas nativas da língua inglesa. 
  • escrever ditados enquanto assiste vídeos de pessoas nativas da língua inglesa. Qualquer erro que você possa cometer é automaticamente destacado na tela. 
  • fazer muitos exercícios extras disponíveis no aplicativo.
*Adaptado do panfleto oficial Callan Method

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

7 razões para aprender um segundo idioma na infância

 

Iniciar a aprendizagem de um segundo idioma ainda na infância pode trazer vantagens para toda a vida

É uma dúvida comum entre pais e mães qual o melhor momento para que seus filhos comecem a aprender uma segunda língua. O medo de sobrecarregar os pequenos, ou de retardar sua aprendizagem do próprio idioma, são preocupações frequentes.
O cérebro das crianças é como uma esponja, ele absorve tudo o que elas veem, ouvem e experimentam. Porém, diferente de uma esponja, quanto mais ele absorve, mais ele se desenvolve, não havendo estagnação.

Um estudo realizado pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos mostra que, na infância, o cérebro se desenvolve numa velocidade incrível. São milhões de novas conexões, e em nenhuma outra etapa da vida ele trabalha com tanta intensidade. É como se nesse momento o cérebro abrisse janelas que facilitam a aprendizagem. Aos dois anos de idade, ele alcança o pico máximo de sua atividade, podendo estabelecer até 700 novas conexões neuronais por segundo. 

 

1. Flexibilidade

Além do cérebro, outros músculos são mais adaptáveis nessa fase, já que serão treinados de acordo com suas vivências. Por isso as crianças expostas a uma segunda língua têm menos dificuldade de articular sons estranhos à sua língua materna, e são mais sensíveis auditivamente a esses sons.

Assim, quanto mais jovens elas iniciam o aprendizado de um novo idioma, maior será a sua capacidade de compreensão auditiva e de pronúncia, levando-os mais próximos ao falante natural da língua.

2. Sem medo de errar

Crianças são naturalmente espontâneas e não têm medo de errar, um dos maiores obstáculos para o aprendizado de um idioma. Elas falam com segurança, e aceitam naturalmente correções, porque isso ocorre em todas as áreas de sua vida nessa fase.

Elas falam da forma como entendem - e as chances de entenderem certo são maiores, como vimos; e se corrigem mais facilmente pois não têm vícios arraigados.

3. Influência no desenvolvimento

Aprender uma segunda língua na infância ajuda a desenvolver a criatividade e a concentração. Auxiliando a criança em outras áreas além da linguagem.

E esse desenvolvimento é contínuo. Ou seja, crianças com capacidade de criar e se concentrar se tornarão adultos mais criativos e atentos.

4. Aprendizagem natural

Crianças aprendem por experiência. Andar, comer, brincar, falar, tudo é para elas uma oportunidade de experimentar. E a aprendizagem de um segundo idioma não pode ser diferente.

As crianças precisam de um ambiente lúdico e de situações concretas, onde desenvolvam não apenas as habilidades linguísticas, mas tudo o que se experimenta com e através da língua, como a motricidade e a percepção sensorial. Assim como aprendem sua língua nativa.

5. Sem resistência

Como dissemos, as crianças não têm vícios ou traumas que dificultem o seu processo de aprendizagem. 

Assim, se a inserção de um segundo idioma for feita da maneira correta, a criança o receberá de forma positiva, e não como uma obrigação a ser cumprida.

6. Melhora o rendimento escolar

As habilidades desenvolvidas por uma criança bilíngue se refletem na forma como ela interage com o mundo percebe a aprendizagem.

Uma criança que aprendeu um segundo idioma, tem mais facilidade em diversas áreas como raciocínio lógico e resolução de problemas.

7. Futuro profissional e acadêmico

Essas habilidades, além do conhecimento de uma segunda língua, são buscadas em profissionais de todas as áreas, e darão ao seu filho melhores oportunidades.


Deu para ver que as vantagens de começar a aprender um segundo idioma o mais cedo possível, né?

Aqui na ACRS Idiomas, atendemos crianças a partir de 7 anos, e elas aprendem de forma dinâmica e divertida. Agende hoje uma aula teste e confira!